quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Pra mim, Outubro sempre foi um mês singular. Não porquê é o mês do meu aniversario e sim porque grandes coisas acontecem.
Esse ano, pela primeira vez comemorei meu anivesario com uma festa; claro, foi uma festa conjunta com mais 2 amigos, mas foi tão especial, parecia que era só minha!
Esse ano, pela primeira vez comemorei meu anivesario com uma festa; claro, foi uma festa conjunta com mais 2 amigos, mas foi tão especial, parecia que era só minha!
A festa foi um sucesso, ja que não sei por quê, o meu critério para medir o sucesso de uma festa é se todos saíram bêbados e felizes... E isso aconteceu na minha festa!
Foi um momento especial, luxuoso, GLAM, puro GRAMÚ!!!
A decoração foi uma mistura Disco com festa infantil, a biritagem rolando solta, e as pessoas interagindo como nunca.
A decoração foi uma mistura Disco com festa infantil, a biritagem rolando solta, e as pessoas interagindo como nunca.
Consegui reunir a GDZ (minha antiga turma de colégio, dos tempos de Batista), amigos que tenho até hoje. O bom foi fortalecer mais ainda os laços, ja que tinha muito tempo que não nos reuníamos. Estamos até marcando nosso reiveillon desse ano, para passarmos juntos na praia =D.
Fora isso, os finais de semana andam agitados e animados. Várias confraternizações, alguns fervos, e diversão garantida. Esse final de semana que se aproxima (14,15,16 e 17), Piraí estará linda com o 9º Piraí Fest...
Recomendo, é uma das melhores festa - quiçá a melhor - da região. Comida tipica, gente bonita, excelentes atrações... Uma festa pra quem gosta de festa. Esse ano, Oktober ta fervendo, e logo no ano que comemoro meu aniversario de uma forma mais animada. Se eu soubesse disso, comemoraria todos os anos assim, mas daqui pra frente... As minhas comemorações serão frequentes já que Oktober ta sendo uma festa...
=D
quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Como estranhos, nos cruzamos pela casa;
E como estranhos, não nos olhamos.
Como estranhos, entre nós existe um abismo;
E como estranho, a frieza nos envolve.
Como estranhos, nenhum sentimento parece existir;
E como estranhos, a indiferença é o que impera.
Aonde erramos? No que erramos?
Por que não confio mais em você, e você não confia em mim?
Por que somos tão iguais e ao mesmo tempo diferentes?
Você me deu a vida... E em você projeto a minha imagem.
Nosso maior problema, acho que são os papéis invertidos.
Antes era você por mim, e não eu por você
Erramos nisso, eu acho; pois tínhamos que ser um pelo outro.
São coisas tão bobas, que me machucam...
E fazem com que eu queira estar longe de você, a cada dia mais e mais.
E como estranhos, não nos olhamos.
Como estranhos, entre nós existe um abismo;
E como estranho, a frieza nos envolve.
Como estranhos, nenhum sentimento parece existir;
E como estranhos, a indiferença é o que impera.
Aonde erramos? No que erramos?
Por que não confio mais em você, e você não confia em mim?
Por que somos tão iguais e ao mesmo tempo diferentes?
Você me deu a vida... E em você projeto a minha imagem.
Nosso maior problema, acho que são os papéis invertidos.
Antes era você por mim, e não eu por você
Erramos nisso, eu acho; pois tínhamos que ser um pelo outro.
São coisas tão bobas, que me machucam...
E fazem com que eu queira estar longe de você, a cada dia mais e mais.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
É uma tristeza pra mim, sair pelas ruas de Volta Redonda, sério mesmo. Às vezes me deparo com tanto gente jovem na rua, sem oportunidade, sem chances, sem perspectivas de vida ou de amanhã.
Me questiono, se me cobro de mais; ou se a vida tem que ser realmente assim: ter aqueles que se destacam e fazem acontecer, e o resto.
Ontem eu estava no centro da cidade e vi uma amiga minha da época de colégio, que quase nunca vejo; trabalhando de panfleteira. É um trabalho digno, eu sei disso, um trabalho como qualquer outro; mas sempre que eu a encontrava e perguntava o que ela estava fazendo da vida, percebi nos olhos dela que fugia um pouco do assunto, não sei se era pelo fato de eu trabalhar na administração de uma empresa pertencente a uma organização maior, mas via que ela sentia-se um pouco diminuída com essa diferença.
Tenho outra amiga de colégio também e de infância, que hoje trabalha numa sapataria, no setor de crediário; e sinto tanto, pois como ela; outros amigos que são tão jovens quanto eu, que tem toda uma vida pela frente, não tiveram a sorte de ter uma oportunidade como eu tive. Me dói, sinceramente, saber que eles podem mais, e estão limitados a tão pouco.
Será que eu sou muito exigente, muito calculista, metódico ou sei lá... Muito perfeccionista ao ponto de não me permitir exigir no mínimo de mim, o máximo?!
Tivemos caminhos tão iguais, tão juntos, que não percebi quando a trajetória de cada um mudou...
Espero um dia, ajuda-los a ter as chances que eu tive.
Assinar:
Postagens (Atom)